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7 razões para não tomar refrigerantes todo dia

7 razões para não tomar refrigerantes todo dia
Não é novidade que o consumo regular de bebidas adoçadas artificialmente como o refrigerante faz mal à saúde. Mesmo assim, ele é o sexto alimento mais consumido por adolescentes brasileiros de acordo com o Ministério da Saúde.

E se engana quem pensa que o problema é só o açúcar. “As pessoas precisam entender que os malefícios do refrigerante estão ligados a todos os componentes de sua fórmula”, aponta Indiomara Baratto, nutricionista e professora da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Ou seja, não adianta só trocar a versão comum pela diet/zero ou light e achar que está tudo bem.

Veja a seguir alguns motivos apontados pela ciência para abandonar o hábito:

Dois refrigerantes por dia são suficientes para danificar os rins

Dois refrigerantes por dia são suficientes para danificar os rins
Tomar refrigerante duas vezes por dia é o suficiente para trazer danos aos rins, dizem pesquisadores. Um estudo mostrou como o tipo de açúcar usado nestas bebidas aparentemente aumenta os níves de sal no sangue.

As informações são do site do jornal britânico Daily Mail. Um segundo estudo mostrou também que este tipo de bebida faz com que os rins lutem muito para se livrar do excesso de proteína no corpo.

Uma das característica da falha nos rins é chamada de proteinúria – o aumento da excreção de proteína na urina. Ela foi encontrada nas pessoas que tomam refrigerantes duas vezes ao dia, de acordo com pesquisadores da Osaka University. Mais de 8 mil empregados da universidade participaram do experimento. Um terço deles nao tomaram bebidas gasosas; outro terço tomou uma por dia e um terceiro grupo tomou duas por dia.

Crianças que bebem refrigerantes demais tendem a ficar agressivas

Por José Eduardo Mendonça

Crianças que bebem refrigerantes demais tendem a ficar agressivas
Crianças que tomam refrigerantes tendem a estar em escalas mais altas de mensuração de comportamento agressivo, do que aquelas que não o fazem, de acordo com um novo estudo.

No entanto, sua principal autora adverte que o aumento pode não ser notável em crianças individuais, e que os pesquisadores não podem provar que refrigerantes causam mau comportamento. “Não é muito significativo clinicamente,” afirmou Shakira Suglia, da Faculdade Mailman de Saúde Pública da Universidade Columbia, em Nova York. Pesquisas anteriores de alguns dos autores do estudo encontraram ligações entre refrigerantes e comportamento agressivo, mas a conexão ainda não tinha sido examinada em crianças.

Senado aprova projeto que proíbe venda de refrigerantes e alimentos gordurosos nas escolas

Proposta segue para a Câmara dos Deputados e define que cantinas só poderão vender lanches saudáveis

Senado aprova projeto que proíbe venda de refrigerantes e alimentos gordurosos nas escolas
O Senado concluiu, na última quarta-feira, a votação do projeto de lei que proíbe cantinas e lanchonetes instaladas em escolas de vender bebidas com baixo teor nutricional, como os refrigerantes, ou alimentos com quantidades elevadas de açúcar, de gordura saturada, trans ou sal.

A garantia de uma alimentação adequada nas escolas de ensino básico do país depende, agora, da aprovação dos deputados federais. A proposta, que foi apresentada pelo senador Paulo Paim (PT) segue para a Câmara dos Deputados. O assunto é discutido no Congresso há quase oito anos.

Estudo associa refrigerantes, biscoitos e salgadinhos ao câncer intestinal

Pesquisa escocesa conclui que dieta rica em alimentos calóricos deixa indivíduo mais próximo do tumor colorretal que alimentação saudável

Estudo associa refrigerantes, biscoitos e salgadinhos ao câncer intestinal
Refrigerantes, bolos, biscoitos, batatas fritas e sobremesas. Todos os itens desta lista de guloseimas foram identificados como fatores de risco para câncer de intestino, de acordo com uma nova pesquisa da Universidade de Edimburgo, na Escócia.

O estudo é o primeiro de seu tipo a encontrar uma relação entre a doença e uma dieta rica em alimentos que contêm uma grande quantidade de açúcar e gordura. Os pesquisadores analisaram também outros fatores de risco entre os voluntários, como os níveis de atividade física e tabagismo.

Brasileiros abusam do refrigerante

Brasileiros abusam do refrigerante (vegana)
A preferência pelo refrigerante atinge a população brasileira cada dia mais. Segundo dados do Ministério da Saúde, 30% das pessoas consomem a bebida ao menos cinco vezes por semana, sendo que a maioria exagera na quantidade. Quais são os malefícios deste abuso e como deixar esse hábito de lado? Juliana Martins, nutricionista do Hospital Sepaco, fornece as dicas.

“Qualquer tipo de refrigerante é prejudicial à saúde, seja ele light, diet ou comum. A diferença está na matéria-prima que adoça a bebida. Os light e diet possuem um alto teor de adoçante, que aumenta a pressão arterial, causa inchaço do abdômen e produção de gases. Já os comuns, concentram muito açúcar e provocam o ganho da gordura abdominal e o risco da pessoa desenvolver diabetes”, explica Juliana.

Três meses depois de alerta sobre benzeno em refrigerantes fábricas mantêm fórmulas

Milhares de brasileiros que consomem refrigerantes podem, sem saber, estar ingerindo benzeno, uma substância comprovadamente cancerígena. Apesar de a associação de defesa dos consumidores Pro Teste ter feito o alerta no início de maio, até o momento nenhuma providência foi tomada nem pelos órgãos competentes, nem pelas empresas.

Eles não negam a denúncia e alegam que cumprem os requisitos contidos na legislação brasileira. De acordo com o Ministério da Agricultura, "não há limite estabelecido oficialmente para o benzeno em refrigerantes".

Segundo a coordenadora institucional da Pro Teste, a advogada Maria Inês Dolci, o objetivo inicial da entidade era apenas analisar a higiene e o valor nutricional das bebidas.

Para surpresa dos pesquisadores, sete das 24 amostras de diferentes marcas submetidas a testes revelaram indícios de benzeno: Fanta Laranja; Fanta Laranja light; Sukita; Sukita Zero; Sprite Zero; Dolly Guaraná e Dolly Guaraná diet.

Como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável pelo controle e fiscalização dos produtos e serviços que envolvam risco à saúde pública, não estabelece limites para a presença da substância em refrigerantes, os pesquisadores se basearam nos parâmetros legais sobre a existência do benzeno na água para definir um referencial "considerado aceitável" à saúde humana.

Mesmo por esse critério - que o próprio Ministério da Agricultura considera "inadequado" -, a Fanta Laranja light e a Sukita Zero foram reprovadas. No caso da Sukita Zero, a concentração da substância excedia em quatro vezes o valor de referência.

Responsável por registrar os produtos, o ministério informa que é possível que o benzeno se forme a partir da reação entre o ácido benzoico, empregado como conservante, e o antioxidante ácido ascórbico.

Sobre o risco de os refrigerantes conterem benzeno, no entanto, o ministério se limitou a informar que, não havendo limites estabelecidos oficialmente para a presença do "contaminante" em refrigerantes, apenas checa se os ácidos benzoico e ascórbico são usados conforme permitido pela Anvisa.

A agência, por sua vez, informou que "o uso do ácido benzoico em bebidas não alcoólicas" é permitido e que o Ministério da Agricultura "deve checar se os limites de uso desses aditivos está sendo respeitado" ao conceder o registro do produto.

Em resposta enviada à reportagem, nenhuma menção é feita ao benzeno, embora já em 2003 a própria Anvisa tenha proibido a fabricação, distribuição e comercialização de produtos que contenham a substância, caracterizada pela International Agency Research on Cancer (Iarc) como "comprovadamente cancerígena".

"O assunto é sério. Muitas pessoas consomem refrigerantes e já que constatamos a presença de benzeno em algumas bebidas, há uma responsabilidade muito grande dos órgãos reguladores e da indústria", disse a coordenadora da Pro Teste à reportagem.

"Esperamos que sejam adotadas as medidas cabíveis para que seja proibida a presença de benzeno nas bebidas. Sugerimos que os fabricantes substituam um dos dois ácidos do processo industrial e que os órgãos competentes elaborem uma legislação específica que proíba a presença do benzeno em refrigerantes".

Em resposta enviada à Pro Teste, a Coordenadoria-Geral de Vinhos e Bebidas do ministério disse estar levantando informações com os fabricantes sobre quais deles usam a combinação dos ácidos benzoico e ascórbico, "que podem causar a formação do benzeno".

O ministério garantiu que está adotando "as medidas necessárias para desenvolver uma metodologia capaz de detectar a presença do benzeno em bebidas".

Falando em nome da Coca-Cola (fabricante da Sprite Zero, Fanta Laranja e Fanta Laranja light), da Ambev (Sukita e Sukita Zero) e da empresa Dolly - procuradas pela reportagem para comentar o assunto e esclarecer se, confirmada a denúncia, alguma providência havia sido tomada -, a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes (Abir) informou que seus associados não tiveram acesso à pesquisa, não podendo comentá-la.

A entidade informou também que os produtos citados são registrados "e seus componentes e fórmulas obedecem a todos os requisitos da legislação brasileira de saúde".

Fonte: Gazeta Online

Sete refrigerantes têm substância cancerígena, revela pesquisa

Por Flávia Mantovani

Em uma pesquisa com 24 refrigerantes, a Pro Teste - Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - verificou que 7 têm benzeno, substância potencialmente cancerígena. O benzeno surge da reação do ácido benzoico com a vitamina C. Como não há regra para a quantidade do composto em refrigerantes, usou-se o limite para água potável: 5 microgramas por litro.

Os casos mais preocupantes foram o da Sukita Zero, que tinha 20 microgramas, e o da Fanta Light, com 7,5 microgramas. Os outros cinco produtos estavam abaixo desse limite. São eles: Dolly Guaraná, Dolly Guaraná Diet, Fanta Laranja, Sprite Zero e Sukita.